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    <title>Humaitá Pra Peixe 2007 - Notícias</title>
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    <updated>2007-01-31T17:52:31Z</updated>
    <subtitle>Acompanhe a edição 2007 do Humaitá Pra Peixe: O Festival Mais Saboroso do Rio</subtitle>
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    <title>EU NO HPP: Helio de la Peña, ele mesmo um dos Cassetas, foi a final da Batalha de MCS</title>
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    <id>tag:2007.humaitaprapeixe.com.br,2007:/zineonline/noticias//1.80</id>
    
    <published>2007-01-31T17:45:50Z</published>
    <updated>2007-01-31T17:52:31Z</updated>
    
    <summary>Helio de la Peña, um dos Cassetas foi a final da Batalha de MCs, e mandou seu fotos e seu texto!</summary>
    <author>
        <name>Gabriel Lupi</name>
        <uri>www.pilastra.com.br</uri>
    </author>
    
    <content type="html" xml:lang="pt" xml:base="http://2007.humaitaprapeixe.com.br/zineonline/noticias/">
        <![CDATA[<p><font class="autor">Por Helio de la Peña</font></p>

<p><img alt="Foto Helio de la Peña" title="Helio de la Peña" src="http://2007.humaitaprapeixe.com.br/zineonline/noticias/mcs2.jpg" border="0" style="padding:0 0 10px 10px;" align="right" />O mundo do hip hop é uma guerra sem bala perdida. Na última segunda-feira vários gladiadores do rap invadiram a Melt, uma boate do Leblon, aquele bairro inventado pelo Manoel Carlos. Tava todo mundo lá pra assistir o mais novo fenômeno da naite carioca: a batalha dos mc’s. Trata-se de uma espécie de telecatch, onde os rappers se desafiam e lutam até a morte, usando palavras afiadas e rimas de uso exclusivo das Forças Armadas.</p>

<p>A casa ficou pequena pra tanta gente. A batalha final que apontaria o grande vencedor fechava o festival Humaitá Pra Peixe, que todo ano revela revelações anônimas que se logo se tornam ilustres desconhecidos. A fila no meio da rua ocupava quase todo o quarteirão e podia ser um longo programa de índio. Mas quando dois rappers amadores começam jogar versos e perdigotos na calçada, você percebe que o show já começou.</p>

<p><img alt="Foto Helio de la Peña" title="Helio de la Peña" src="http://2007.humaitaprapeixe.com.br/zineonline/noticias/mcs.jpg" border="0" style="padding:0 10px 10px 0;" align="left" />Marcelo D2, Fernandinho Beat Box, DJ Negralha e mais uma penca de fãs, curiosos e devotos do hip hop se acotovelavam em frente ao ringue. Apresentados à platéia, os desafiantes tiram par ou ímpar pra ver quem começa a ofender o outro. Pode maltratar, esculachar, sacanear. Só não vale xingar a mãe nem dar joelhada no saco. As palavras vão brotando sem parar, como se o cara tivesse comido um mil folhas sabor dicionário na larica. É um ultimate fight verbal – só um sobrevive. O derrotado sai carregado de maca pelos amigos.<br />
Os sobreviventes Emicida e André Ramiro fizeram a grande final, que rolou por volta das três da manhã. Emicida, um paulista franzino cheio de verbo nas idéias e André Ramiro, um carioca marrento e sagaz. Quem decide é a platéia, fazendo barulho pro seu candidato. André acabou levando o caneco. Mas todo mundo que tava lá saiu ganhando.</p>

<p>O magrelo Emicida perdeu a batalha final, mas se tivesse um concurso de nomes sinistros, ele seria o campeão.</p>]]>
        
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    <title>André Ramiro é o campeão da Batalha de MCs!</title>
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    <id>tag:2007.humaitaprapeixe.com.br,2007:/zineonline/noticias//1.78</id>
    
    <published>2007-01-30T19:49:17Z</published>
    <updated>2007-01-30T19:52:32Z</updated>
    
    <summary>A grande final do HPP incendiou o público, ávido pelas batidas do hip hop.</summary>
    <author>
        <name>Gabriel Lupi</name>
        <uri>www.pilastra.com.br</uri>
    </author>
    
    <content type="html" xml:lang="pt" xml:base="http://2007.humaitaprapeixe.com.br/zineonline/noticias/">
        <![CDATA[<p><font class="autor">Por Joca Vidal</font></p>

<p><img alt="Foto Joca Vidal" title="Foto Joca Vidal" src="http://2007.humaitaprapeixe.com.br/zineonline/noticias/finalbatalha.jpg" border="0" style="padding:0 0 10px 10px;" align="right" />A etapa de verão da Liga dos MCs chegou ao fim nesta segunda-feira, junto com o Humaitá Pra Peixe 2007. Foram 4 semanas de disputas que agitaram a Melt, casa noturna localizada no Leblon, zona sul do Rio.<br />
 <br />
Não é de se impressionar que esta etapa tenha sido a melhor de todas. O público compareceu em peso para assistir a última semifinal e a grande final, composta pelos ganhadores das 4 eliminatórias. Os MCs André Ramiro, Baboo e Brigante estavam à espera do ganhador desta etapa, já que eles haviam vencido as anteriores. <br />
 <br />
A noite começou agitada com uma batalha entre os cariocas Dropê e Lepô. Dropê levou a melhor por pouco. Chicão, de São Gonçalo, e Emicida, de São Paulo, travaram o duelo seguinte com garra e talento no improviso. Foi muito dificil pro MC Iky, apresentador da noite, dar o veredito final, já que o próprio público estava dividido. Mas deu Emicida por poucos "milésimos". A batalha que valeu a última vaga na final foi composta por Emicida e Dropê. A disputa foi tensa, já que Dropê não gostou de algumas rimas do MC paulista. Mas não teve jeito, apesar de querer tirar satisfação depois do resultado, Dropê amargou a segunda colocação e foi embora bravo. Emicida levou, além dos R$ 100, o direito de estar na finalíssima. <br />
 <br />
No intervalo da disputa o Ordinário Groove Combo subiu ao palco para um pocket show. Formado por integrantes do Binário e pelos MCs apresentadores da noite (Iky Castilho e Aori), o OGC apresentou músicas próprias como "Atividade", "Língua da Cidade", "Pop ou Gangsta", "Nego me Seca" e "Próximo Passo". "Sônia" e "Musa", que também estavam no repertório, fazem parte da ótima coletânea "Iky's Tape", lançada em 2005. O OGC apresentou um set que aliou o discurso e a levada do rap com o improviso e as jams que caracterizam o trabalho do Binário. <br />
 <br />
<strong>Enfim, a grande final!</strong><br />
 <br />
<img alt="Foto Joca Vidal" title="Foto Joca Vidal" src="http://2007.humaitaprapeixe.com.br/zineonline/noticias/finalbatalha2.jpg" border="0" style="padding:0 10px 10px 0;" align="left" />No primeiro round, um André Ramiro inspirado não deu chances a Baboo, que não estava num bom dia. Emicida fez o mesmo com Brigante. O sensacional Fernandinho Beat Box estava na platéia e, mesmo rouco, deu um show no que sabe fazer de melhor: um beat box com referências ao rap, eletrônico, rock, frequências e instrumentos musicais que esquentou o público, que já estava empolgado com a final entre Ramiro e Emicida, sem dúvida os melhores MCs da Liga de Verão do HPP. <br />
 <br />
Com boa dicção, excelentes rimas e um improviso fora do normal, André Ramiro sagrou-se vencedor da disputa. Ele, que havia ficado com o vice em 2006, deu a volta por cima. Emicida também foi um forte candidato, mas dessa vez não deu. Agradecendo a todos e dedicando sua vitória ao MC Zé Bolinho, que faleceu há duas semanas de câncer, André saiu de cabeça feita... e a galera também. As noites de segunda-feira do Leblon não serão mais as mesmas depois disso. </p>]]>
        
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    <title>Capital da Dúvida</title>
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    <id>tag:2007.humaitaprapeixe.com.br,2007:/zineonline/noticias//1.77</id>
    
    <published>2007-01-29T15:55:12Z</published>
    <updated>2007-01-29T16:06:53Z</updated>
    
    <summary>Arquibancada lotada no debate que encerrou a etapa Sérgio Porto do HPP 2007</summary>
    <author>
        <name>Gabriel Lupi</name>
        <uri>www.pilastra.com.br</uri>
    </author>
    
    <content type="html" xml:lang="pt" xml:base="http://2007.humaitaprapeixe.com.br/zineonline/noticias/">
        <![CDATA[<p><font class="autor">Por Bruno Maia</font></p>

<p><img alt="Foto Joca Vidal" title="Foto Joca Vidal" src="http://2007.humaitaprapeixe.com.br/zineonline/noticias/debate.jpg" border="0" style="padding:0 0 10px 10px;" align="right" />Enquanto os agentes da nova (e forte) ind&uacute;stria da m&uacute;sica &ndash;  n&atilde;o confundir com a falida ind&uacute;stria fonogr&aacute;fica &ndash; v&atilde;o se ajeitando at&eacute;  encontrar um modelo de neg&oacute;cio eficaz para o s&eacute;culo XXI, a d&uacute;vida ainda &eacute; o  grande capital. At&eacute; por isso, &eacute; esquisito se fazer um festival de m&uacute;sica hoje  em dia sem se pensar na discuss&atilde;o que tangencia quem est&aacute; num palco. Os debates  tamb&eacute;m est&atilde;o virando grandes eventos, com bom p&uacute;blico e discuss&otilde;es pertinentes.</p>

<p>Foi o quinto ano seguido em que a trupe do HPP abriu a  discuss&atilde;o sobre o tema &ldquo;O mercado da m&uacute;sica para novos talentos&rdquo;. Por mais que  se proponha um tema, em um debate aberto, nunca se sabe muito bem at&eacute; onde as  coisas v&atilde;o. O que se viu no S&eacute;rgio Porto foram as cadeiras lotadas de m&uacute;sicos,  jornalistas, empres&aacute;rios, curiosos, consumidores e outros afins. Gente que, em  comum, tem a paix&atilde;o pela m&uacute;sica; desde os pais que, dentro de todo o amor e  zelo que s&oacute; quem &eacute; pai &eacute; capaz de ter, compareceram para perguntar se deveriam  apoiar o filho que queria ser m&uacute;sico, at&eacute; pessoas com perguntas mais  espec&iacute;ficas sobre determinados tipos de pr&aacute;ticas da ind&uacute;stria. Essa &eacute; a id&eacute;ia  do HPP, falar com todo mundo.</p>

<p>V&aacute;rias bandas, como Reverse, Isadora, Eletro, Lasciva Lula e  Ramirez estiveram representadas por l&aacute;. O DJ L&uacute;cio K tamb&eacute;m marcou presen&ccedil;a  lan&ccedil;ando quest&atilde;o sobre a melhor forma de um artista novo editar suas m&uacute;sicas.  Outros se empolgavam com a possibilidade do di&aacute;logo com grandes nomes da  ind&uacute;stria e, por vezes, tentavam transformar em mon&oacute;logo. Mas isso tamb&eacute;m faz parte.</p>

<p>Ricardo Chantilly, empres&aacute;rio de Leandro Sapucahy (e ex-Jota Quest) trouxe  quest&otilde;es importantes de quem j&aacute; lidou com muito jab&aacute; por a&iacute;. Liminha, grande  nome da hist&oacute;ria da ind&uacute;stria fonogr&aacute;fica brasileira &ndash; mas que j&aacute; saiu dessa  canoa (que ainda est&aacute;) furada para abrir seu pr&oacute;prio selo e lan&ccedil;ar novos  artistas &ndash; tamb&eacute;m ajudou a clarear a mudan&ccedil;a dos tempos. O advogado Marcelo  Goyanes ajudou a elucidar algumas distor&ccedil;&otilde;es apresentadas sobre a situa&ccedil;&atilde;o da  pirataria no Brasil, al&eacute;m de refor&ccedil;ar a id&eacute;ia de que n&atilde;o h&aacute; solu&ccedil;&otilde;es perfeitas  para nada: &ldquo;Acabei de voltar do Midem. Achei que teria v&aacute;rias novidades pra  contar, mas eu s&oacute; consegui voltar com mais d&uacute;vidas do que eu tinha antes de  ir&rdquo;.</p>

<p><img alt="Foto Joca Vidal" title="Foto Joca Vidal" src="http://2007.humaitaprapeixe.com.br/zineonline/noticias/debate2.jpg" border="0" style="padding:0 10px 10px 0;" align="left" />Fiamma Zarife, gerente de conte&uacute;do da Oi, teve a chance de  falar pela primeira vez para consumidores: &ldquo;At&eacute; hoje, eu s&oacute; tinha participado  de debate com o pessoal de telecom&rdquo;, admitiu. Atrav&eacute;s dela, foi poss&iacute;vel  conhecer um pouco melhor a forma que as telef&ocirc;nicas encaram o conte&uacute;do gerado  pela m&uacute;sica. &ldquo;A Oi n&atilde;o &eacute; uma empresa de tecnologia, &eacute; uma empresa de  comportamento&rdquo;, disse. Ao ser perguntada se a Oi n&atilde;o pensava em ter seus  pr&oacute;prios artistas, que gerassem conte&uacute;dos exclusivos, Zarife admitiu que a  id&eacute;ia de abrir um selo passa pelas reuni&otilde;es internas da empresa. &ldquo;Acho que voc&ecirc;  acabou de descobrir o mais novo neg&oacute;cio secreto da Oi&rdquo;, emendou Chantilly, para  a mo&ccedil;a que havia perguntado.</p>

<p>O jornalista Leonardo Lichote marcou presen&ccedil;a afirmando que  a revolu&ccedil;&atilde;o digital n&atilde;o acontece s&oacute; no tr&aacute;fego de m&uacute;sicas via web, mas tamb&eacute;m no  crescimento dos blogs, que se tornaram um novo filtro de informa&ccedil;&atilde;o que  alimenta tanto a grande m&iacute;dia, como diretamente o consumidor. Marcos Sketch,  produtor do Ramirez e de outras bandas iniciantes, falou da experi&ecirc;ncia com uma  nova gera&ccedil;&atilde;o que ainda n&atilde;o aprendeu a pensar pequeno. &ldquo;O cara que est&aacute;  come&ccedil;ando, ainda tem na cabe&ccedil;a o modelo das grandes bandas que ele viu tocar.  H&aacute; um espa&ccedil;o nessa mudan&ccedil;a. Acho que a pr&oacute;xima gera&ccedil;&atilde;o, aquela que esteve aqui  no HPP vendo o M&oacute;veis Coloniais de Acaju tocarem pra 300 pessoas, essa, sim,  quando come&ccedil;ar a formar bandas, vai ter uma mentalidade diferente&rdquo;.</p>

<p>Ao fim, as respostas, de fato, n&atilde;o foram muitas. As  perspectivas sim. A &uacute;nica certeza &eacute; de que viver uma &eacute;poca de tantas  transforma&ccedil;&otilde;es &eacute; um privil&eacute;gio de poucos. Sorte a nossa. </p>]]>
        
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    <title>Verge Records entra com tudo no HPP</title>
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    <id>tag:2007.humaitaprapeixe.com.br,2007:/zineonline/noticias//1.76</id>
    
    <published>2007-01-29T15:05:30Z</published>
    <updated>2007-01-29T15:08:10Z</updated>
    
    <summary>Selo de Nova Iorque abre um canal com todos os vídeos do HPP em seu site!</summary>
    <author>
        <name>Gabriel Lupi</name>
        <uri>www.pilastra.com.br</uri>
    </author>
    
    <content type="html" xml:lang="pt" xml:base="http://2007.humaitaprapeixe.com.br/zineonline/noticias/">
        <![CDATA[<p><font class="autor">Por Joca Vidal</font></p>

<p>A Verge Records é um selo independente baseado em Nova Iorque que traz em seu site vários showcases com artistas que tem conotação político-social e que trazem em seu som algo original e interessante. Não é à toa que ele entrou de cabeça no Humaitá Pra Peixe e hospeda em seu nobre endereço virtual os vídeos produzidos pela equipe do festival. </p>

<p>Emmanule Zunz, de 33 anos, é a "cabeça" por trás da Verge se identificou de pronto com o HPP: "O festival descobre música nova, novas bandas, plataformas. É praticamente a mesma coisa que a Verge, que privilegia antes de tudo a cultura urbana, além do vídeo e do design, assim como o HPP" – diz Zunz. </p>

<p>A Verge combina música boa com compromisso à comunidade. Ela dedica um percentual dos ganhos de seus produtos para organizações educacionais que têm a música e a arte como principal finalidade. O ciclo se completa quando a Verge incorpora novos talentos dessas organizações para seu staff. </p>

<p>"Trabalhamos com o projeto canadense 'Escola Sem Fronteiras' e também fizemos um trabalho na favela da Vila Aliança, em Bangu. Botamos um estúdio de gravação nos bairros e damos espaço para artistas desconhecidos mostrarem seus trabalhos. Os melhores vão fazer parte da coletânea 'On The Verge' que será lançada este ano", fala Emmanuel que morou 1 ano e meio no Brasil, entre 93 e 94, fala português fluentemente, toca violão clássico e é apaixonado pela MPB em geral. </p>

<p>Em seu quadro de artistas figura o brasileiro Movimento da Rua, da Vila Aliança, além de outras mais conhecidos por estas terras como o Digitaldubs, B Negão e A Filial. Gringos como a cantora Buttafly e Chosen também fazem parte do movimento. </p>

<p>Atualmente não tem nenhum selo americano que trabalha com esses tipos de artistas. Emmanuel procura, através da Verge, inovar o mercado através da música feita, por exemplo, na África do Sul. Ele ainda quer trabalhar com mais artistas e está sempre antenado com o que acontece pelo mundo: "Em fevereiro vamos estrear o novo site e vamos possibilitar que artistas criem uma conta com a Verge. Se eles forem aprovados por nós vamos botar suas músicas no mercado através do iTunes e etc. Estamos procurando artistas do mundo inteiro que tem a ver com a Verge". </p>

<p>Ficou animado em fazer contato? Escreva um email para: <a href="mailto:info@vergerecords.org">info@vergerecords.org<br />
</a>Se você é um artista e tem uma banda mande seu link para: <a href="mailto:submissions@vergerecords.org">submissions@vergerecords.org</a><br />
Ou o cd pelo correio para: Verge Records A&R; 200 Hopkins Street; Brooklyn, NY 11206 <br />
O site oficial é: <a href="http://www.vergerecords.org/"  target="_top">http://www.vergerecords.org/</a></p>]]>
        
    </content>
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    <title>Apoteose</title>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://2007.humaitaprapeixe.com.br/zineonline/noticias/2007/01/apoteose.php" />
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    <id>tag:2007.humaitaprapeixe.com.br,2007:/zineonline/noticias//1.75</id>
    
    <published>2007-01-28T17:31:54Z</published>
    <updated>2007-01-29T14:06:17Z</updated>
    
    <summary>Turbo Trio e Móveis Coloniais de Acaju fizeram uma noite histórica no fechamento dos shows no Sérgio Porto</summary>
    <author>
        <name>Gabriel Lupi</name>
        <uri>www.pilastra.com.br</uri>
    </author>
    
    <content type="html" xml:lang="pt" xml:base="http://2007.humaitaprapeixe.com.br/zineonline/noticias/">
        <![CDATA[<p><font class="autor">Por Bruno Maia</font></p>

<p><img alt="Foto Joca Vidal" title="Foto Joca Vidal" src="http://2007.humaitaprapeixe.com.br/zineonline/noticias/turbo.jpg" border="0" style="padding:0 0 10px 10px;" align="right" />Apesar das &oacute;timas apresenta&ccedil;&otilde;es que se viu ao longo de  janeiro, a programa&ccedil;&atilde;o do Humait&aacute; Pra Peixe 2007 parecia ter reservado a &uacute;ltima  noite de shows para ser o &aacute;pice. E assim foi. Com o S&eacute;rgio Porto totalmente  lotado, Turbo Trio e M&oacute;veis Coloniais de Acaju fizeram o HPP se despedir com um  sorriso no rosto de toda a equipe de produ&ccedil;&atilde;o e, principalmente, de todo mundo  na plat&eacute;ia.</p>

<p>Os graves dan&ccedil;antes do Turbo Trio rasgaram o fim de tarde  carioca e abriram os trabalhos. B Neg&atilde;o n&atilde;o precisa de mais de dois versos para  mostrar porque &eacute; um dos principais MCs do pa&iacute;s. Com a voz que vem pesada, ele  chega atropelando. Uma esp&eacute;cie de Tim Maia p&oacute;s-moderno. Somando-se &agrave;  performance do rapper, as bases de Tejo Damasceno (Instituto) e Alexandre Basa criam um som eletr&ocirc;nico extremamente dan&ccedil;ante, com  refer&ecirc;ncias claras do Miami Bass, do funk carioca, ragga e hip hop old school.  Os beats s&atilde;o acelerados e os graves acentuados. O estilo B Neg&atilde;o de rimar e de  segurar o microfone favorece ainda mais esta est&eacute;tica. </p>

<p>Al&eacute;m do repert&oacute;rio pr&oacute;prio do trio &ndash; que incluiu petardos como &ldquo;De butuca&rdquo;,  &ldquo;Ela t&aacute; na festa&rdquo; e &ldquo;N&atilde;o estamos solos&rdquo; &ndash;, deu as caras tamb&eacute;m a &ldquo;Dan&ccedil;a do  Patinho&rdquo;, originada do repert&oacute;rio dos Seletores de Freq&uuml;&ecirc;ncia, o outro grupo  comandado pelo MC. Ao fim do show, em forma de homenagem, o grupo ainda  apresentou um remix de &ldquo;Dorobo&rdquo;, registro p&oacute;stumo do rapper Sabotage, que est&aacute;  no disco &ldquo;Enxugando Gelo&rdquo;, do Seletores.</p>

<p>Menos de 20 minutos ap&oacute;s o fim do show de B Neg&atilde;o,&nbsp; veio o M&oacute;veis Coloniais de Acaju...</p>

<p><img alt="Foto Joca Vidal" title="Foto Joca Vidal" src="http://2007.humaitaprapeixe.com.br/zineonline/noticias/moveis.jpg" border="0" style="padding:0 10px 10px 0;" align="left" />Dez malucos no palco sem marca&ccedil;&otilde;es pr&eacute;-definidas. Afora o  baterista, todos se movimentam incessantemente. Estilo? Eles dizem que &eacute; uma  &ldquo;feijoada b&uacute;lgara&rdquo;. E eu n&atilde;o hei de discordar, seja l&aacute; o que isso signifique. </p>

<p>A apresenta&ccedil;&atilde;o dos brasilienses do M&oacute;veis Coloniais de Acaju &eacute; completamente  esquizofr&ecirc;nica, no melhor sentido que esta palavra possa tomar. M&uacute;sicas pra  cima, p&uacute;blico enlouquecido cantando tudo junto, integrantes perform&aacute;ticos, um  certo caos controlado pelos sorrisos nos rostos de todo mundo. S&oacute; vendo pra  entender o porqu&ecirc; de, no &uacute;ltimo show em Bras&iacute;lia, o Los Hermanos terem aberto  para eles, contrariando a l&oacute;gica do que acontece normalmente com as outras  bandas do pa&iacute;s.</p>

<p>Para quem viu o show do Brasov, a compara&ccedil;&atilde;o &eacute; inevit&aacute;vel. Tanto  um quanto o outro se debru&ccedil;a, com muito humor, na influ&ecirc;ncia das fanfarras do  leste europeu. Afinal, Rom&ecirc;nia e Bulg&aacute;ria s&atilde;o vizinhas.&nbsp; Tanto um quanto outro ampliam esta linguagem  e sabem soar original.</p>

<p>O show foi aberto pela explicativa (?) &ldquo;Esquilo n&atilde;o samba&rdquo; ,  com os versos &ldquo;Muito prazer,/ eu sou voc&ecirc; amanh&atilde;/ s&oacute; n&atilde;o me apresentei antes,/  por medo de te desmotivar&rdquo;. Apenas duas m&uacute;sicas das m&uacute;sicas tocadas (&ldquo;Sem  palavras&rdquo; e &ldquo;Lista de Casamento&rdquo;) n&atilde;o est&atilde;o no disco de estr&eacute;ia do grupo,  &ldquo;Idem&rdquo; (2005).</p>

<p>No fim da apresenta&ccedil;&atilde;o, o vocalista Andr&eacute; Gonz&aacute;les convidou  o conterr&acirc;neo Gabriel Thomas, do Autoramas, para dividir o palco. Juntos,  cantaram o &ldquo;praticamente hino do Distrito Federal&rdquo;, como bem definiu Gabriel,  &ldquo;1, 2, 3, 4&rdquo; (<em>n&atilde;o tem cinco,/ n&atilde;o tem  seis,/ parou no quatro,/ 1,2,3, 4</em>) , do Little Quail and The Mad Birds. B  Neg&atilde;o, que assistia tudo ao lado do palco, n&atilde;o se ag&uuml;entou e tamb&eacute;m subiu ao  palco para cantar esta m&uacute;sica, que n&atilde;o s&oacute; marcou a cidade de Bras&iacute;lia, como  toda a gera&ccedil;&atilde;o do rock brasileiro do fim dos anos 80, in&iacute;cio dos 90.</p>

<p>J&aacute; com doze cabe&ccedil;as no palco, finalizaram a apresenta&ccedil;&atilde;o com  a tradicional cantiga &ldquo;Se essa rua fosse minha&rdquo;, numa vers&atilde;o, digamos...  b&uacute;lgara-cigana (??!!). O &ecirc;xtase coletivo obrigou o grupo a voltar e tocar,  atendendo a pedidos, &ldquo;E agora, Greg&oacute;rio?&rdquo;. Sob os aplausos aos brasilienses, os  shows do HPP 2007 se despediram. Diante de tal apoteose, era imposs&iacute;vel n&atilde;o  come&ccedil;ar a sentir saudade.</p>]]>
        
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    <title>Duplexx e Vulgue Tostoi</title>
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    <link rel="service.edit" type="application/atom+xml" href="http://www.pilastra.com.br/admin/movabletype3.2/mt-atom.cgi/weblog/blog_id=1/entry_id=74" title="Duplexx e Vulgue Tostoi" />
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    <published>2007-01-28T17:30:43Z</published>
    <updated>2007-01-28T17:53:37Z</updated>
    
    <summary>Experimentalismo e psicodelia no começo da última semana de Festival.</summary>
    <author>
        <name>Gabriel Lupi</name>
        <uri>www.pilastra.com.br</uri>
    </author>
    
    <content type="html" xml:lang="pt" xml:base="http://2007.humaitaprapeixe.com.br/zineonline/noticias/">
        <![CDATA[<p><font class="autor">Por Bruno Maia e Joca Vidal</font></p>

<p><img alt="Foto Joca Vidal" title="Foto Joca Vidal" src="http://2007.humaitaprapeixe.com.br/zineonline/noticias/duplexx.jpg" border="0" style="padding:0 0 10px 10px;" align="right" />A última semana do festival começou morna no Sérgio Porto, com o público chegando timidamente para assistir à apresentação do duo Duplexx. Assim como pede este tipo de espetáculo, a galera foi se acomodando no chão e aos poucos foi entrando no clima das "loucuras" de Bartolo e Léo Monteiro. </p>

<p>O Duplexx fez um show que não é necessariamente assimilado pela maioria das pessoas. Só aqueles que vão esperando algo diferente e experimental puderam aproveitar os longos temas repetitivos, com texturas eletrônicas que traziam timbres que muitas vezes sugeriam um problema no som, mas que faziam parte da proposta. <br />
 <br />
Com luzes estáticas, penumbras e pouca iluminação, o Duplexx casou perfeitamente música e imagem. Em um dos temas, o vídeo "Como cuidar dos dentes", projetado por Marcos de Assis, acompanhou a música "Você e Seus Dentes" de maneira ao mesmo tempo educativa e elucidadora. Marcos preferiu o estilo minimal, com ênfase em pequenos e significativos detalhes. <br />
 <br />
No repertório, músicas do recém-lançado "Trikids", como "Everédi", "Três Lunar" e "Detroit", assim como outras de seu mais recente trabalho "Ao Vivo na Plano B" (disponível para download no site deles), como "Planeta Terra". <br />
 <br />
A apresentação do Duplexx decolou com a participação de Leandrinho e Mauro Zacarias no trombone, trompete e efeitos. No saldo geral, o duo cumpriu bem o seu papel para uma platéia receptiva que tinha, entre outros artistas, Ana Paula (do Vôlei), Kátia B, a atriz Flávia Monteiro e Arnaldo Brandão & Kika Seixas. <br />
 <br />
<img alt="Foto Joca Vidal" title="Foto Joca Vidal" src="http://2007.humaitaprapeixe.com.br/zineonline/noticias/vulgue.jpg" border="0" style="padding:0 10px 10px 0;" align="left" />Após a apresentação do Duplexx, foi a vez do Vulgue Tostoi. O grupo já tocara há sete anos, quando lançou o primeiro disco, e voltou ao festival na iminência de lançar o segundo. Jr.Tostoi (guitarra) e Marcelo H (voz) continuam fazendo um rock inteligente e moderno. </p>

<p>A apresentação de ontem ganhou um colorido ainda maior por conta da super-banda que os acompanhou: Guila (baixo), Pantico (bateria) e Rodrigo Campello (programações). Assim como Jr Tostoi, Guila e Pantico acompanham as turnês bem-sucedidas de Lenine pelo mundo. Isso explica não só a sintonia dos três, como a presença do compositor pernambucano na platéia, para prestigiar os músicos/amigos. </p>

<p>As canções novas, como "Ela pediu paz", foram bem recebidas pela platéia, que, àquela altura, já lotava o Sérgio Porto.  Mas foi nas antigas que se pode ver como a consistência do bom disco de estréia fez as músicas permanecerem relevantes. As imagens do telão complementavam sentidos. Para alguns, pode parecer um rock hermético fechado em conceitos. Porém, não há como se negar o valor das canções como "Vozes". O grande mérito do Vulgue Tostoi está em justamente conseguir ser acessível, sem cair na obviedade. A última semana do HPP 2007 começou em grande estilo. </p>]]>
        
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    <title>Jodele Larcher: o comandante do telão do HPP</title>
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    <id>tag:2007.humaitaprapeixe.com.br,2007:/zineonline/noticias//1.73</id>
    
    <published>2007-01-24T15:14:28Z</published>
    <updated>2007-01-24T15:21:50Z</updated>
    
    <summary>Um dos maiores videomakers do país é parceiro de longa data do HPP. Este ano não são poucos os elogios que o trabalho da azÓia Lab, equipe de VJs comandadas por ele, vem recebendo. Senhoras e senhores, Jodele Larcher. </summary>
    <author>
        <name>Gabriel Lupi</name>
        <uri>www.pilastra.com.br</uri>
    </author>
    
    <content type="html" xml:lang="pt" xml:base="http://2007.humaitaprapeixe.com.br/zineonline/noticias/">
        <![CDATA[<p><font class="autor">Por Bruno Maia</font></p>

<p><img alt="Foto Joca Vidal" title="Foto Joca Vidal" src="http://2007.humaitaprapeixe.com.br/zineonline/noticias/jodele.jpg" border="0" style="padding:0 0 10px 10px;" align="right" /><strong>Voc&ecirc; vem trabalhando na aproxima&ccedil;&atilde;o da linguagem  visual com a m&uacute;sica h&aacute; bastante tempo. Como voc&ecirc; v&ecirc; a evolu&ccedil;&atilde;o dessas linguagens,sobretudo ao longo dos &uacute;ltimos dez anos?</strong><br />
Jodele Larcher: Realmente trabalho  nesta linha divis&oacute;ria da imagem x musica. Minha bagagem clipeira me levou para  o VJ. Por exemplo, est&aacute; fazendo dez anos que produzi uma festa chamada Jamm TV.  J&aacute; era o VJamming, manipula&ccedil;&atilde;o de v&iacute;deo ao vivo. Agora em 2007, com os  computadores cada vez mais leves e programas f&aacute;ceis e intuitivos, estamos  experimentando uma populariza&ccedil;&atilde;o desta atividade. J&aacute; fiz, por exemplo, os  visuais do &nbsp;especial do Rei Roberto e dos programas da Ivete para a Globo.</p>

<p><strong>Principalmente na m&uacute;sica eletr&ocirc;nica, os  VJs j&aacute; s&atilde;o t&atilde;o vitais quanto os DJs. A m&uacute;sica popular est&aacute; absorvendo isso aos poucos. Como tem sido esse processo?</strong> <br />
Todos os componentes de uma  festa/evento s&atilde;o vitais: a luz, o som, o decor, os banheiros, o estacionamento,  o repertorio os DJs... Os VJs s&atilde;o uma parte do que chamo &ldquo;<em>light show</em>&rdquo;. Est&aacute; havendo uma aproxima&ccedil;&atilde;o muito grande destas &aacute;reas.  S&atilde;o programas que convertem linguagens de v&iacute;deo em protocolos de luz. Ent&atilde;o d&aacute; para comandar da mesa de luz, ou do computador de v&iacute;deo, todo o clima  de luz x v&iacute;deo</p>

<p><strong>Como &eacute; que voc&ecirc;s preparam o material para as proje&ccedil;&otilde;es  de bandas e artistas que voc&ecirc;s n&atilde;o conhecem? Quais as principais dificuldades para afinar o interesse de voc&ecirc;s com os dos artistas, com t&atilde;o pouco tempo pra conversar?</strong><br />
Procuramos falar com a banda  antes, pegar as letras e as musicas. A partir disso, buscamos no nosso  repertorio as imagens coerentes com os temas apresentados. Contamos tamb&eacute;m com c&acirc;meras  ao vivo, &nbsp;o que d&aacute; uma din&acirc;mica maior de corte. N&atilde;o d&aacute; s&oacute; pra fazer cen&aacute;rio  virtual, pois s&eacute; s&oacute; um tel&atilde;o. Ent&atilde;o temos que, eventualmente, mostrar a  performance da banda</p>

<p><strong>Especificamente para o HPP 2007, o que  foi criado?</strong> <br />
Embarcamos no design criado para o festival. Disso, n&oacute;s animamos os  elementos, um clima meio aqu&aacute;rio na abertura, com peixes flutuando no ar. Este  ano entrou outro elemento que foi o gato &quot;azoiando&quot; o peixe. Estes  filmes s&atilde;o as bases das apresenta&ccedil;&otilde;es.</p>

<p><strong>Nesta edi&ccedil;&atilde;o, aumentou o n&uacute;mero de  artistas que est&aacute; trazendo os seus pr&oacute;prios VJs e que est&atilde;o investindo diretamente  nessa linguagem. Como voc&ecirc; tem visto o trabalho desse pessoal?</strong><br />
Isso &eacute; maravilhoso. Todo artista quer se expressar de todas as formas ao  alcance. Nada mais natural do que eles se aproximarem deste suporte. Este ano, vamos  dar uns cursos de capacita&ccedil;&atilde;o para VJ.</p>

<p><strong>Atualmente, com algumas pessoas questionando  a validade do formato videoclipe e com o crescente aumento de v&iacute;deos feitos  para serem projetados nas m&uacute;sicas ao vivo, qual voc&ecirc; acha que &eacute; o futuro da  rela&ccedil;&atilde;o entre m&uacute;sica e v&iacute;deo?</strong><br />
A ind&uacute;stria do disco est&aacute; sofrendo uma transforma&ccedil;&atilde;o muito grande. O  videoclipe n&atilde;o morre, o que muda &eacute; o jeito de veicul&aacute;-lo. Agora &eacute; no YouTube,  no MySpace... N&atilde;o &eacute; mais num portal gigante, e sim em sites de relacionamento.  A busca do conhecimento hoje &eacute; mais &quot;celular&quot;.&nbsp; O que eu vejo como futuro, &nbsp;e estou  tentando fazer com o Donatinho no nosso projeto Zambe, &eacute; um formato chamado AV:  o bom e velho &aacute;udio e visual. M&uacute;sica, falas, ru&iacute;dos, participa&ccedil;&otilde;es de outros  m&uacute;sicos virtualmente.... O Duplexx, por exemplo, tem um trabalho AV muito  bacana.</p>

<p><strong>O que ainda d&aacute; pra esperar da az&Oacute;ia Lab para esta  edi&ccedil;&atilde;o do HPP?</strong><br />
Estamos preparando uma performance  arrebatadora na despedida deste ano com o show do turbo trio. Tivemos um encontro o B Neg&atilde;o e acertamos os  ponteiros&nbsp;do sync. Ent&atilde;o, esteja atento. Vamos tremer o S&eacute;rgio Porto!</p>]]>
        
    </content>
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    <title>Brigante é o terceiro finalista do Desafio de Verão</title>
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    <link rel="service.edit" type="application/atom+xml" href="http://www.pilastra.com.br/admin/movabletype3.2/mt-atom.cgi/weblog/blog_id=1/entry_id=71" title="Brigante é o terceiro finalista do Desafio de Verão" />
    <id>tag:2007.humaitaprapeixe.com.br,2007:/zineonline/noticias//1.71</id>
    
    <published>2007-01-23T18:26:54Z</published>
    <updated>2007-01-23T23:22:46Z</updated>
    
    <summary>Boas batalhas em noite que ficou marcada pelas homenagens ao MC Zé Bolinho</summary>
    <author>
        <name>Gabriel Lupi</name>
        <uri>www.pilastra.com.br</uri>
    </author>
    
    <content type="html" xml:lang="pt" xml:base="http://2007.humaitaprapeixe.com.br/zineonline/noticias/">
        <![CDATA[<p><font class="autor">Por Bruno Maia</font></p>

<p><img alt="Foto Joca Vidal" title="Foto Joca Vidal" src="http://2007.humaitaprapeixe.com.br/zineonline/noticias/brilhante.jpg" border="0" style="padding:0 0 10px 10px;" align="right" />A terceira semifinal do Desafio de Verão da Liga dos MCs mostrou batalhas de um nível técnico maior. Brigante, João Velho, Gil e Loco duelaram por uma vaga na final e pelos R$100,00 em jogo. </p>

<p>A possibilidade de os MCs mostrarem músicas próprias está sendo muito útil, pois mostra os nortes estéticos do atual hip hop carioca. É evidente como, apesar das temáticas contundentes, já se observa um jeito típico de se fazer rap por aqui. O hip hop Rio está bem estruturado e, definitivamente, não anda só de cara amarrada. A festa foi apresentada pelo MC Funnk, que em alguns números demonstrou um talento impressionante para juntar a velocidade e contundência das rimas com toques de ragga e funk carioca. Além dele, DJ Babão e Cristiano Dubmaster comandaram as picapes.</p>

<p>Na noite de ontem, as temáticas dos números autorais foram mais ligadas à insegurança diante da vida, seja pela fugacidade dela, seja pelos riscos de uma cidade como o Rio. Brigante mandou um com claras influências do gospel, numa espécie de oração, dedicada a Andrey, conhecido como Zé Bolinho, MC sempre ativo na história da Batalha do Real e da Liga, que faleceu em decorrência de um câncer na última sexta-feira.</p>

<p>As mesmas dedicatórias foram vistas nos números dos outros MCs. Zé Bolinho também foi citado durante as batalhas. Durante as primeiras rimas, mais do que os ataques tradicionais, o que se ouviu foram homenagens. Mas também, quando começou a pancadaria...</p>

<p>Começou com Brigante avacalhando João Velho. Batendo no fato de ele ser ator global da zona sul. João tentou revidar, mas não conseguiu convencer a galera. Na outra disputa, Loco e Gil duelaram. Não foi uma batalha tão boa quanto a primeira. Gil chegou a se confundir e se dizer cantor de axé. Mas mesmo assim conseguiu dobrar a platéia – até porque havia muitos amigos dele presentes – e se classificou para a final da noite.</p>

<p><img alt="Foto Joca Vidal" title="Foto Joca Vidal" src="http://2007.humaitaprapeixe.com.br/zineonline/noticias/meninas.jpg" border="0" style="padding:0 10px 10px 0;" align="left" />Antes da decisão, DJ Babão e Aori fizeram um mini-show do Inumanos, que contou com a participação especial do trio feminino Anfetaminas. Elas, que estavam paradas há algum tempo, voltaram em grande estilo, cheias de provocações e malícias nas letras. Uma espécie de girlpower submundo.</p>

<p>Na última batalha, Brigante voou pra cima de Gil e levou a grana e a vaga na grande final de semana que vem. </p>

<p>Pra quem nunca viu uma batalha, ou pra quem já curte, semana que vem é imperdível. Serão seis batalhas: três pra definir o quarto finalista e, depois, mais três só com os campeões das etapas classificatórias. Imperdível. E pra pagar menos, vale o lembrete: e-mail para <a href="javascript:email('listaamigo','humaitaprapeixe\.com.br')" >listaamigo[@]humaitaprapeixe.com.br</a> !!!</p>]]>
        
    </content>
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    <title>EU NO HPP: Marcelo Reis lavou a alma no HPP</title>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://2007.humaitaprapeixe.com.br/zineonline/noticias/2007/01/eu_no_hpp_marcelo_reis_lavou_a.php" />
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    <id>tag:2007.humaitaprapeixe.com.br,2007:/zineonline/noticias//1.70</id>
    
    <published>2007-01-22T14:08:25Z</published>
    <updated>2007-01-22T14:11:01Z</updated>
    
    <summary>Marcelo Reis chegou em casa e mandou para o EU NO HPP suas impressões dos shows</summary>
    <author>
        <name>Gabriel Lupi</name>
        <uri>www.pilastra.com.br</uri>
    </author>
    
    <content type="html" xml:lang="pt" xml:base="http://2007.humaitaprapeixe.com.br/zineonline/noticias/">
        <![CDATA[<p><font class="autor">Por Marcelo Reis</font></p>

<p>O grito de guerra na concentração do Eletro, antes de entrar no palco, estava entalado na minha garganta. Explico: em 1994 eu era público no primeiro – sim, primeiro dia do Humaitá pra Peixe, sonhando um dia estar do outro lado. Em 2005 eu voltava lá, como empresário do Som da Rua, que devido a problemas técnicos não fez uma performance à altura do seu potencial. Em 2006 mais um retorno. Desta vez para produzir um tributo ao recém falecido Liô Mariz. Triste! </p>

<p>2007 – a hora do Eletro! A ansiedade, a mão suando, o coração batendo forte. Todas estas são sensações que antecedem à entrada no palco do mais charmoso e importante festival carioca. O grito foi mais forte que nunca e a alma foi lavada com uma noite histórica para mim e, tenho certeza, para toda cena carioca, que se fez fortemente presente.</p>

<p>Uma casa lotada, superando expectativas, dois grandes shows (Reverse e Eletro) e um público sedento pela boa música, transformaram este domingo em um dia extremamente especial, que provou que há espaço para canções, bonitas melodias e união entre artistas.</p>

<p>Como disse um amigo:</p>

<p>“– Dava vontade que este show não terminasse nunca”.</p>

<p>Parabéns ao Bruno Levinson e toda sua competente equipe por este brilhante e duradouro trabalho. O Humaitá é um retrato fiel de uma nova cena da música brasileira. Sua diversidade permite que a canção, o Emo, o samba, o experimental, convivam juntos, em um espaço democrático e, diga-se de passagem, muito bem organizado. A valorização não só da música, como também dos empresários, produtores e equipes técnicas também faz muita diferença!</p>

<p>Foi muito bom gritar com vontade e ouvir muitos gritos dentro do “aquário” do Sérgio Porto. </p>]]>
        
    </content>
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    <title>As canções do pop-rock...</title>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://2007.humaitaprapeixe.com.br/zineonline/noticias/2007/01/as_cancoes_do_poprock.php" />
    <link rel="service.edit" type="application/atom+xml" href="http://www.pilastra.com.br/admin/movabletype3.2/mt-atom.cgi/weblog/blog_id=1/entry_id=69" title="As canções do pop-rock..." />
    <id>tag:2007.humaitaprapeixe.com.br,2007:/zineonline/noticias//1.69</id>
    
    <published>2007-01-22T13:51:17Z</published>
    <updated>2007-01-22T13:57:33Z</updated>
    
    <summary>Com casa cheia, o rock se despediu da edição 2007 do Humaitá Pra Peixe. Veja aqui como foi.</summary>
    <author>
        <name>Gabriel Lupi</name>
        <uri>www.pilastra.com.br</uri>
    </author>
    
    <content type="html" xml:lang="pt" xml:base="http://2007.humaitaprapeixe.com.br/zineonline/noticias/">
        <![CDATA[<p><font class="autor">Por Bruno Maia</font></p>

<p><img alt="Foto Joca Vidal" title="Foto Joca Vidal" src="http://2007.humaitaprapeixe.com.br/zineonline/noticias/reverse.jpg" border="0" style="padding:0 0 10px 10px;" align="right" />A terceira (e última) noite de rock no HPP 2007 foi marcada por uma forte presença de público. Reverse e Eletro são duas das bandas mais ativas do cenário carioca e, também por isso, a quantidade de amigos e fãs deles é bem grande. Dominique Valansi, nossa podcaster preferida, observou bem: esta foi a noite na qual mais se viu gente igualmente interessada nas duas atrações. </p>

<p>A história do rock como fenômeno de massa no Brasil tem pouco mais de 20 anos. Tanto o Reverse como o Eletro mostram uma grande afinidade estética com as bandas dos anos 80. Ao contrário do que fizeram os grupos da década de 90, que exercitaram as fusões de gêneros em busca de uma cara nacional para as bases das músicas, Reverse e Eletro apostam num formato que valoriza mais as canções, os textos e a presença dos vocalistas. Isso, definitivamente, não é um demérito, e sim uma opção levada com galhardia e coerência pelas duas bandas durante as apresentações.</p>

<p>As covers escolhidas mostram bem isso. Se o Reverse atacou de “Paisagem da janela” (Lô Borges / Fernando Brant), clássica canção do clássico disco “Clube da Esquina” (1972), e “Basta de clamares inocência”, do mestre da canção, Cartola (gravada por Elis Regina em 1979), o Eletro lançou mão de The Smiths e Pixies (“Here comes your man”). Em alguns momentos, pode se pensar que esse formato está ultrapassado. Mas basta uma olhada para platéia pra ver que não. Além da casa cheia, o que se viu foram várias músicas, de ambos grupos, na boca da galera. Algumas tiveram até direito à coreografia.</p>

<p>Contudo há diferenças entre as bandas. O Reverse tem um lado mais doce, baladeiro. Por vezes é impossível não lembrar do Coldplay. Em outras, a candura parece esbarrar num arranjo parecido com Los Hermanos. Porém é em músicas como “Não é tão mal” e “Tempo e espaço” que o grupo acerta em cheio. O Reverse deve lançar novo disco até abril, segundo o guitarrista Márcio Biaso, ou “quando a Universal quiser”, como disse, objetivamente, o vocalista Daniel Lopes. </p>

<p><img alt="Foto Joca Vidal" title="Foto Joca Vidal" src="http://2007.humaitaprapeixe.com.br/zineonline/noticias/eletro.jpg" border="0" style="padding:0 10px 10px 0;" align="left" />O Eletro usou mais a tática de jogar pra galera. Andamentos mais rápidos que os do Reverse, frases de efeito, presentinhos pra platéia. A banda investe forte na própria divulgação e conta com uma espécie de exército uniformizado nos shows. Provavelmente os fãs do Eletro são os que, literalmente, mais vestem a camisa da logo em forma de tomada. Já quase no fim da apresentação, em “Estátuas”, o vocalista Arthur Nabeth lançou mão de mais uma arma eficiente na tática do “jogar pra galera” e tirou um dos fãs para cantar. O escolhido foi o onipresente, ensandecido e já folclórico, Leonardo Carvalho. O impagável vocalista, do impagável grupo Cabelo Veludo, subiu e deu conta do recado. Depois disso, com o repertório esgotado e a platéia pedindo bis, o Eletro arriscou uma versão de “Somebody told me”, do The Killers, antes de deixar o palco com a galera cantando. </p>

<p>A participação dessas bandas no último dia de rock do HPP 2007 fechou bem o panorama da atual cena brasileira. Muita variedade de estilos, muitos caminhos a seguir e um público mais aberto. O rock e o HPP se reencontram no ano que vem. </p>

<p>O HPP continua forte. Hoje à noite, tem mais uma semifinal do elétrico “Desafio de Verão” da Liga dos MCs. Mande um e-mail para <a href="javascript:email('listaamigo','humaitaprapeixe\.com.br')" >listaamigo[@]humaitaprapeixe.com.br</a> e pague apenas R$10 de entrada. </p>]]>
        
    </content>
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    <title>Edu Krieger e Casuarina: a nova guarda do samba</title>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://2007.humaitaprapeixe.com.br/zineonline/noticias/2007/01/edu_krieger_e_casuarina_a_nova.php" />
    <link rel="service.edit" type="application/atom+xml" href="http://www.pilastra.com.br/admin/movabletype3.2/mt-atom.cgi/weblog/blog_id=1/entry_id=68" title="Edu Krieger e Casuarina: a nova guarda do samba" />
    <id>tag:2007.humaitaprapeixe.com.br,2007:/zineonline/noticias//1.68</id>
    
    <published>2007-01-22T01:28:03Z</published>
    <updated>2007-01-22T01:32:42Z</updated>
    
    <summary>No dia do padroeiro da cidade, o Rio testemunha uma celebração ao samba no HPP. Veja como foi.</summary>
    <author>
        <name>Gabriel Lupi</name>
        <uri>www.pilastra.com.br</uri>
    </author>
    
    <content type="html" xml:lang="pt" xml:base="http://2007.humaitaprapeixe.com.br/zineonline/noticias/">
        <![CDATA[<p><font class="autor">Por Joca Vidal</font></p>

<p><img alt="Foto Joca Vidal" title="Foto Joca Vidal" src="http://2007.humaitaprapeixe.com.br/zineonline/noticias/edu.jpg" border="0" style="padding:0 0 10px 10px;" align="right" />A primeira noite dedicada ao samba na história do Humaitá Pra Peixe foi aprovada com louvor. Dois dos maiores representantes da nova guarda do samba, que não deve nada á antiga, Edu Krieger e Casuarina fizeram espetáculos memoráveis onde demonstraram grande talento e, principalmente, que a força da cena de samba no Rio continua forte. <br />
 <br />
Sábado, dia 20 de janeiro, dia de São Sebastião, padroeiro da cidade. Muita gente nova compareceu ao Sérgio Porto, transparecendo a renovação que o samba passa, tanto na Lapa como na Zona Sul. Edu abriu os trabalhos para uma platéia atenta e que já conhecia sua música. Cantando músicas inéditas de seu cd independente, Krieger comprovou ter talento como compositor em suas primeiras canções "A Escada" e "Novo Amor". "Saber Ganhar" foi dedicada aos amigos do Casuarina, constantemente citados durante o show como "irmãos da Lapa e da vida". <br />
 <br />
Flertando com o rock e a MPB, Edu demonstrou um grande domínio de palco. A platéia predominantemente feminina, vestida de saias e sandálias rasteiras, abriam rodas de dança no salão. No telão, imagens da Lapa e de peladas (de futebol) no Aterro. Mais carioca impossível. <br />
 <br />
Edu foi acompanhado de uma excelente banda, formada pelo seu irmão Fabiano Krieger, do Brasov, na guitarra, o "mestre" PC Castilho na flauta, Gabriel Gethi nos teclados e sanfona, o pernambucano Naílson Simões na percussão e Fabiano Salek na bateria. O Brasov, inclusive, teve grande parcela no sucesso do show, como brincou Edu ao lembrar que, além do seu irmão ser um dos membros da banda, seu disco foi produzido por Lucas Marcier, o técnico de som também era o mesmo do grupo e até o roadie eles tinham em comum. <br />
 <br />
Agradecendo ás rádios especializadas em música brasileira, Krieger apresentou "Temporais", composição sua e de Geraldo Azevedo ("que finalmente consegui tirar da toca para participar de meus show de lançamento do cd terça, no Teatro Rival", disse ele). A contagiante "Ela Mora Longe" fechou com a sensação de dever cumprido, o que foi comprovado logo após no camarim, quando foi cercado por jornalistas e de pessoas querendo parabenizá-lo. <br />
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<img alt="Foto Joca Vidal" title="Foto Joca Vidal" src="http://2007.humaitaprapeixe.com.br/zineonline/noticias/casuarina.jpg" border="0" style="padding:0 10px 10px 0;" align="left" />Quando o Casuarina subiu ao palco, o público já era bastante numeroso. Liderado por João Cavalcanti, filho do cantor Lenine, e por Gabriel Azevedo, o grupo demonstrou habilidade e profissionalismo. Com a cancha de várias apresentações na Lapa e em cada vez mais palcos da cidade, os músicos fizeram um show descompromissado, tranquilo e dançante. <br />
 <br />
Também apresentando um trabalho autoral, o Casuarina conta com a força das composições de João, como "Certidão", "Largo do Machado", "É João", "Peçonha" e "Parcimônia", esta composta em parceria com Teresa Cristina. João Fernando, que toca bandolim, e Gabriel Azevedo também não ficam atrás. Mantiveram o pique com "Dilemas do Universo" e "Arco-Íris", de Daniel, e "Certidão" e "Empoeirado", de João. "Onda de Poeta", "A Roda Morreu" e "Incostante", compostas pelos três compositores em conjunto, comprova que a nova geração veio para ficar. <br />
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Clássicos do samba também tiveram vez. "Chiclete com Banana", imortalizada na voz de Jackson do Pandeiro, "Swing de Campo Grande", dos Novos Baianos, e "Canto de Ossanha", de Baden Powell, mantiveram a galera rodopiando pela pista. O pedido de bis não pôde ser atendido por causa do horário, o que foi lamentado por todos, mas o que ficou é que Casuarina e Edu Krieger fizeram história no festival e aumentaram seu público. Gente que nunca tinha ouvido seu som ficou fã, assim como eu. </p>]]>
        
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    <title>Diversidade Musical no Sérgio Porto</title>
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    <published>2007-01-21T02:36:08Z</published>
    <updated>2007-01-22T01:40:48Z</updated>
    
    <summary>Da bossa nova ao eletrônico, passando pela baladas e pelo rock pesado, Rodrigo Bittencourt e Érika Machado se apresentam no Humaitá.</summary>
    <author>
        <name>Gabriel Lupi</name>
        <uri>www.pilastra.com.br</uri>
    </author>
    
    <content type="html" xml:lang="pt" xml:base="http://2007.humaitaprapeixe.com.br/zineonline/noticias/">
        <![CDATA[<p><font class="autor">Por Joca Vidal</font></p>

<p><img alt="Foto Joca Vidal" title="Foto de Divulgação" src="http://2007.humaitaprapeixe.com.br/zineonline/noticias/rodrigo.jpg" border="0" style="padding:0 0 10px 10px;" align="right" />O terceiro final de semana de shows do Humaitá Pra Peixe começou um pouco devagar, com o público demorando a dar as caras no Sérgio Porto. Seria o dia de sol que finalmente apareceu neste janeiro cinzento ou o trânsito que castigava a zona sul? Bom, já eram quase 8 da noite quando Rodrigo Bittencourt subiu ao palco com sua banda. Com uma máscara, o cantor, compositor, cineasta e poeta cantava a capella e os músicos faziam ruídos com seus intrumentos. Até que um problema com o técnico de som irritou a banda, que se retirou do palco protestando, como se o público tivesse alguma culpa disso. Após alguns minutos, Rodrigo começou seu show de verdade e agora era pra valer. <br />
 <br />
A primeira música foi "Coleção de Amores", dele e de Jorge Mautner e que dá nome a seu novo cd. Assim que ela acabou o público percebeu que Rodrigo era um bom cantor e, acima de tudo, desinibido, mas mostrando um pouco de nervosismo. Solto no palco, andando pela platéia e cumprimentando amigos, Bittencourt fazia de tudo para agradar . "Poetinha", uma homenagem a Vinicius de Moraes, parece que conseguiu este objetivo. Até que em "Aquele Canalha" o seu violão não dá sinal de vida, mas o show continua mesmo assim. Rodrigo estava mais à vontade. <br />
 <br />
Em momento solo, tocou teclados e programação, mostrando forte influência dos anos 80 e tendência ao experimental. "In Bloom", clássico do Nirvana, ganhou releitura em estilo bossa-nova e contou com a participação de Marcelo Câmara no violão. Outra releitura, dessa vez do Titãs e sua "Deus e o Diabo", mostrou sua face mais pesada, beirando o hard rock. <br />
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<img alt="Foto Joca Vidal" title="Foto de Divulgação" src="http://2007.humaitaprapeixe.com.br/zineonline/noticias/erika.jpg" border="0" style="padding:0 10px 10px 0;" align="left" />Apesar dos imprevistos, Rodrigo fez um show divertido. Sua banda de apoio merece grande destaque, já que é formada por músicos tarimbados como Billy Brandão (Marisa Monte, Frejat), Shilon (Baia e Rock Boys), Nilo Romero (Cazuza, Moska), Sasha Amback (Lulu Santos) e Vidaut (Maldita). <br />
 <br />
Érika Machado, a segunda atração da noite, conseguiu reunir um monte de curiosos em busca de uma nova revelação da música. Ao contrário de Rodrigo, Érika era mais discreta e intimista e seu repertório era quase todo de baladas. Mostrando "No Cimento", cd lançado em 2006, ao público carioca, a mineira com voz doce e suave combinou o repertório integral do disco com músicas inéditas. "Eu", parceria com John Ulhôa, guitarrista do Pato Fu, foi executada com o próprio na guitarra. John lembrou que há 10 anos sua banda estava fazendo no mesmo palco um dos shows mais importantes de sua carreira. A influência do Pato Fu é tão grande em seu trabalho que ela incluiu "Antes que Seja Tarde", sucesso da banda mineira, no repertório do show. <br />
 <br />
Tocando violão, guitarra, escaleta e abracadeira, Érika comprovou ser um talento prestes a estourar. Se depender do seu inseparável ursão de pelúcia, o mesmo que ilustra seu site e que assistia ao show sentado quietinho na arquibancada, seu sucesso é garantido. </p>]]>
        
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    <title>Entrevista com Leo Lichote</title>
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    <published>2007-01-17T16:10:58Z</published>
    <updated>2007-01-17T16:12:59Z</updated>
    
    <summary>Confira a entrevista que Joca Vidal fez com o jornalista Leo Lichote que faz uma cobertura especial do HPP para o O Globo Online</summary>
    <author>
        <name>Gabriel Lupi</name>
        <uri>www.pilastra.com.br</uri>
    </author>
    
    <content type="html" xml:lang="pt" xml:base="http://2007.humaitaprapeixe.com.br/zineonline/noticias/">
        <![CDATA[<p><font class="autor">Por Joca Vidal</font></p>

<p>No começo da noite de todos os dias de festival que aconteceram até agora no Sérgio Porto lá estava ele, de caderninho á mão, anotando tudo e observando o movimento da galera e dos músicos. Batendo papo com os frequentadores, amigos, curiosos em geral e, principalmente, assistindo aos shows sentadinho na arquibancada,  Leonardo Lichote, jornalista do Globo On Line desde 2001, faz uma das muitas coberturas do festival na imprensa e, cá entre nós, uma das mais importantes. Aos 29 anos, Leo, acima de tudo, é um apreciador da música brasileira, qualquer que seja ela. <br />
 <br />
Confira a cobertura do Leo em <a href="http://oglobo.globo.com/blogs/humaita/ " target="_blank">http://oglobo.globo.com/blogs/humaita/ </a> e o bate-papo que Joca Vidal teve com ele.<br />
  <br />
<strong>Humaitá Pra Peixe - O que está achando até agora das atrações do HPP? </strong><br />
Leonardo Lichote - Tenho achado o nível bom de uma forma geral. Vi alguns shows ótimos, como Rockz, Brasov, Tom Bloch e Zé de Riba. Gostei também de A Filial, Ordinário Groove Combo e Curumin. E mesmo bandas que não me agradam mostraram trabalhos maduros. O Scracho que ainda é muito verde, mas acho que até isso tem sentido e faz parte da proposta inocente, adolescente do grupo. <br />
 <br />
<strong>HPP - Desde quando acompanha o HPP? Lembra de algum show em especial?</strong><br />
LL - Este é meu sétimo ano de HPP, acompanho desde 2001. Lembro do show do Instituto, que foi um dos últimos do Sabotage; Canastra, uma das minhas favoritas, eu conheci no festival; Kassin+2 me impressionou com a inteligência e o prazer da sua música; Cidadão Instigado merecia uma placa no Sérgio Porto, Catatau é o pop-hero possível do terceiro mundo; mal lembro da música do Jonas Sá, mas lembro que o show me impactou pela sua inventividade. <br />
 <br />
HPP - Qual a importância do HPP para seu trabalho como jornalista? <br />
LL - Vou ao HPP procurando duas coisas. A primeira é música boa, nova, fresca. Quem gosta de música sabe como é bom ter contato com algo desconhecido, um prazer diferente para a mente e para os ouvidos. A outra coisa que busco no HPP é dar uma olhada em como anda a cultura urbana carioca, no que a molecada está interessada. O HPP dá uma espécie de resumo do Rio. O Bruno tem um olhar bom para isso. <br />
 <br />
<strong>HPP - Você é um jornalista antenado, que tá sempre por dentro do que há de novo na música. Quem você acha que poderia ter participado do HPP desse ano e ficou de fora? </strong><br />
LL - Luisão Pereira, ex-guitarrista do Penélope. O cara fez um trabalho solo artesanal, pop, bonito paca. Outro nome: ouvi recentemente o CD solo do Samuel de Oliveira, integrante do Tira Poeira, e é bom demais, criativo, irreverente. Sou fã do Luisa Mandou um Beijo, banda que faz um pop estranho, dissonante e fácil (no melhor sentido). A cho que eles também fariam bonito no HPP. Mais um: Momo, projeto de Marcelo Frota. Um folk século 21 de letras fantásticas.<br />
 <br />
<strong>HPP - Você tem ido todos os dias no Sérgio Porto, o que espera para as próximas semanas?</strong><br />
LL - Acho que o nível vai se manter. Minhas barbadas pessoais são Edu Krieger, Vulgue Tostoi e Turbo Trio. Mas estou curioso em ver no palco Érika Machado, Casuarina e Duplexx. E não há dúvidas que Móveis Coloniais vai fazer um show destruidor de encerramento. Até o próprio Sérgio Porto em pessoa é capaz de aparecer dançando lá (risos). </p>]]>
        
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    <title>EU NO HPP: Henrique esteve no HPP no útimo domingo</title>
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    <published>2007-01-16T16:13:12Z</published>
    <updated>2007-01-16T16:14:21Z</updated>
    
    <summary>Veja o texto do Henrique Almeida. Ele conferiu os shows do Revolucionnários e do Fresno.</summary>
    <author>
        <name>Gabriel Lupi</name>
        <uri>www.pilastra.com.br</uri>
    </author>
    
    <content type="html" xml:lang="pt" xml:base="http://2007.humaitaprapeixe.com.br/zineonline/noticias/">
        <![CDATA[<p><font class="autor">Por Henrique Almeida</font></p>

<p>Os Revolucionários começaram a noite arrebentando tudo!!!  O Champignon comandou sua banda com toda a energia e disposição de um iniciante, depois de Lotar arenas em todo o Brasil com o CB Jr., ele montou uma banda MUITO boa, fazendo um som de alta qualidade, seguindo o seu estilo já consagrado no CB Jr.  Ele levantou a platéia que lotou o festival pra ver os Gaúchos do Fresno, mas que apreciaram um show de puro Rock, com batidas de rap, beet-box, percussão e o já conhecido baixo cheio de groove do Champignon (um dos melhores baixista do Brasil!!)</p>

<p>O Fresno deu seqüência à noite com seu rock de levada pesada, fazendo um som que se enquadra no "som da moda" (um emo punk) mas com bastante peso e letras inteligentes.  Também vimos uma banda muito entrosada, "redondinha" que já acumula fãs por todo o país, merecidamente.  Estão a um passo de estourar e tocarem em todas as rádios do Brasil!!</p>

<p>Gostei dos dois shows, apesar dos estilos totalmente diferentes, mas como já dizia o grande Celso Blues Boy : "Aumenta que isso ai é Rock n' Roll!", e os dois shows fizeram jus ao estilo!!  Parabéns a ambas as bandas e muita sorte nessa empreitada dura que é o mundo da música!!</p>

<p>Organização nota 10, melhorando a cada dia!!!!  Domingo que vem estarei lá com cerveja!!!!!</p>]]>
        
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    <title>André Ramiro está na final do Desafio de Verão</title>
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    <published>2007-01-16T14:49:42Z</published>
    <updated>2007-01-16T14:59:34Z</updated>
    
    <summary>Em mais uma noite de muita batalha, freestyle e disposição, o Desafio de Verão vai se firmando como uma das principais atrações do HPP 2007.</summary>
    <author>
        <name>Gabriel Lupi</name>
        <uri>www.pilastra.com.br</uri>
    </author>
    
    <content type="html" xml:lang="pt" xml:base="http://2007.humaitaprapeixe.com.br/zineonline/noticias/">
        <![CDATA[<p><font class="autor">Por Joca Vidal</font></p>

<p><img alt="Foto Joca Vidal" title="Foto de Divulgação" src="http://2007.humaitaprapeixe.com.br/zineonline/noticias/liga1.jpg" border="0" style="padding:0 0 10px 10px;" align="right" />Mais uma segunda-feira da Liga de MCs na Melt! E dessa vez o nível melhorou em relação à primeira semana, tendo de cara uma batalha histórica entre André Ramiro e Negra Rê que, antes do duelo começar, foi cercada por jornalistas e bajulada pelo seu talento. Ramiro não deixou pedra sobre pedra e derrotou Rê com seu improviso sem dó e piedade, com a cumplicidade do público que pedia "Sangue!". <br />
 <br />
A segunda batalha, se não teve o nível técnico da primeira, pelo menos mostrou que a nova geração vem com tudo. Gilmar22 e Toni Mariano, de lados distintos da cidade, travaram um duelo agressivo. Por pouco, Gilmar teve o direito de estar na final com Ramiro. <br />
 <br />
O público demorou a chegar na Melt. Aos poucos os amantes do hip hop ocupavam seus espaços no segundo andar da casa. Na platéia vários MCs como Funnk, Gil, Marcelo D2, Marechal e Iky Castilho, entre outros. No palco, o MC apresentador Aori e o DJ Tamenpi fizeram um especial Stones Throw, botando bases consagradas da cultuada gravadora americana. J Dilla, J Rocc, Madlib e MF Doom foram alguns artistas da ST que tiveram suas batidas acompanhadas pelos improvisadores. <br />
 <br />
Depois da primeira sessão entra em cena o convidado da noite, MC Ralph. Queimado de praia, este paulista de Taubaté está cada vez mais à vontade quando vem ao Rio e inovou com seu freestyle certeiro aliado à uma boa dicção, tanto em volume como em clareza. Com camisa do Bob Marley e de chinelo (como fez questão de frisar), Ralph de prima demonstrou que bebe na fonte jamaicana para apresentar seu trabalho. A primeira música foi um improviso em cima da base de "Welcome to Jamrock", de Damian Marley. A seguinte, "Lion of Judah", que faz parte de seu projeto "No Fundo do Baú", manteve o pique e deixou a pista acesa e atenta. Ralph é carismático e foi aceito pelo fechado grupo do hip hop rio. Em seus improvisos saudou os "irmãos" que estavam presentes no local, todos eles de "crews" distintas como "JPA Clan", "Brutal Crew" e "Cachaça Crew". Para finalizar seu set, rimou em cima da base de "Road to Zion" (também de Damian) e chamou os parceiros Funnk e Aori para um freestyle à três. <br />
 <br />
<img alt="Foto Joca Vidal" title="Foto de Divulgação" src="http://2007.humaitaprapeixe.com.br/zineonline/noticias/liga2.jpg" border="0" style="padding:0 10px 10px 0;" align="left" />A final do dia estava chegando e o DJ Tamenpi aquecia a platéia com mais hits da Stones Throw além de músicas conhecidas como "Gold Digger", de Kanye West. Ramiro e Gilmar22, posicionados, aguardavam a autorização de Aori para começar a batalhar. Ramiro, o primeiro a começar, não foi muito feliz, mas diante do fraco desempenho de Gilmar, foi para sua segunda improvisação com muita moral e não deu chances ao adversário. Resultado: levou R$ 100 e o direito de fazer parte da grande final do dia 29. <br />
 <br />
Semana que vem o desafio continua. O apresentador será o MC Funnk e o Inumanos fará o show do intervalo. Para quem ainda não conhece a Batalha de MCs a regra é a seguinte: 4 etapas estão sendo disputadas com 4 MCs em cada, o vencedor de cada uma delas estará classificado para a final. No quarto dia de evento serão realizadas a quarta etapa classificatória e também a fase final. Nos 3 primeiros dias de evento rolam 3 batalhas por noite e no último dia, 6 batalhas. <br />
 <br />
Não deixe de comparecer segunda que vem. Entre na lista amiga do Humaita Pra Peixe e chegue cedo!</p>]]>
        
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