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Veja a cobertura Online do HPP 07
A casa encheu!!!
Na noite mais cheia do festival, o HPP viu um ídolo na posição de iniciante e iniciantes na posição de ídolos. É a roda viva do rock!
15 de janeiro de 2007

Por Bruno Maia e Joca Vidal

Foto Joca VidalNa atual entressafra de ídolos que vive o rock brasileiro, pode se dizer que o Fresno é uma das principais bandas, mesmo sem ter assinado com nenhuma major. Em outros tempos, isso seria impossível. Do mesmo modo, outrora bastava um músico ter um certo nome no mercado para garantir vendagens expressivas. Hoje em dia, o baixista Champignon, ex-Charlie Brown Jr., está ralando muito pra voltar ao mercado. Em 2001, enquanto o Fresno gravava o primeiro disco demo e sonhava com um lugar ao sol, Champignon ganhava o prêmio de Escolha da Audiência da premiação anual da MTV.

Seis anos se passaram e a roda girou. Champignon saiu do CBJr e começou um novo projeto. Depois de 2 anos sem vir ao Rio, o baixista retornou para lançar primeiro disco do Revolucionnários, grupo no qual ele é o principal compositor e vocalista. A estréia foi na noite em que a principal estrela era justamente o Fresno, que, desde 2001, cresceu e, além do tal disco demo, já tem dois álbuns lançados e quase 30 mil cópias vendidas de forma independente. É a roda girando.

O som do Revolucionnários se parece muito com o do CBJr, tanto nas letras como no som, mas uma coisa é inegável: Champignon tem talento como instrumentista e carisma com o (jovem) público que se diferenciava dos emos que foram ver o Fresno. A sua galera é mais chegada ao hardcore e mais aberta ao reggae e hip hop, o que define basicamente seu som.

Desde cedo a "primeira fila" estava ocupada por adolescentes uniformizadas, ávidas pelo som pesado do Revoluccionários. Quando Bruno Levinson anunciou a banda, os integrantes foram ovacionados. Champignon ficou emocionado com a recepção. Depois de uma pequena intro, os acordes da primeira música – homônima a banda – incendiou a platéia, que arriscou uma roda de dança estilo mosh. No decorrer do set, outras 8 músicas do disco foram apresentadas, incluindo "Viagem sem Volta", na qual Champignon deu um toque na platéia sobre o perigo das drogas, e a instrumental "Tow In".

No meio do show rolou uma participação dos novos "trutas" Danilo e Rodrigo do Forfun cantando "A Cidade", de Chico Science e Nação Zumbi. Champignon os apresentou como novos parceiros e "gente boa pra c*****". Eles retribuíram dizendo que "era uma honra” tocar com um de seus ídolos. (Olha a tal da roda aí de novo). Nessa música deu para notar a principal diferença entre o Revolucionnários e o CBJr: a percussão. Diego Righi segurava a onda e imprimia um groove pesado ao lado do baterista carioca (e cantor de rock!) Pablo Silva, que já tocou com o Farofa Carioca.

Depois de 45 minutos, Champignon se despediu da platéia tocando a acelerada "Corra Vagabundo", do primeiro cd do CBJr e de sua autoria. O músico estava feliz com a receptividade da platéia carioca e demorou a descer do palco. Ele fez questão de cumprimentar o público, falar com algumas pessoas e agradecer a todos que estavam ali receptivos a esta nova empreitada. Se depender do HPP o Revolucionnários tem vida longa.

Foto Joca VidalApesar do bom show do Revolucionnários, as estrelas da noite eram mesmo os gaúchos do Fresno. Com gel no cabelo e camiseta sem manga, Lucas, o vocalista, comanda a apresentação com a experiência de quem já viajou o país inteiro tocando as próprias canções. Performático, ele usa os clichês a seu favor. Apesar do baixista Rodrigo Tavares tocar sem camisa e com calça jeans coladinha nas pernas, é Lucas que tem um visual mais “calculado” e os trejeitos de band leader.

A performance da banda foi no ritmo que a galera exigiu. Desde antes de começar o show, o público já estava quase subindo no palco.A apresentação foi aberta pelo hit “Quebre as correntes” . Logo no primeiro verso, Lucas já deixou o microfone pra platéia cantar. Das 16 músicas, pelo menos 14 foram entoadas como mantras. As exceções foram as inéditas “Pólo” e “Absolutamente nada”. O Fresno fez um show longo. Aproveitando o fato de começar a tocar antes das 21hs, eles ficaram mais de uma hora no palco. O repertório passou por músicas dos dois discos e terminou exatamente às 22hs, hora marcada para o encerramento. O vocalista aproveitou para dar um stage dive bizarro. Como o palco do HPP é baixo, Lucas precisou de uma impulsão absurda pra conseguir pular por cima da cabeça de quem estava na primeira fila. A platéia adorou, mas, ainda assim, exigiu um bis que as normas de horário do Sérgio Porto não permitiam.

Enquanto Bruno Levinson agradecia ao público e pedia compreensão para a impossibilidade de se continuar o show, Lucas, esperto, voltou e, pra arrebatar de vez os fãs, sugeriu uma solução criativa: uma música a capella. Levinson consentiu. A platéia escolheu e eles cantaram “Se um dia eu não acordar”, gravada na tal primeira demo do grupo, no tal ano de 2001. Desfecho perfeito para a tal da roda viva.


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bulletsilvana [22 de janeiro de 2007]

Parabéns para casa Humaita pra peixe, espaço, organização, aconchego, e pras bandas adorei os revolucionarios e mais ainda o Fresno, foi tudo de bom!

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bulletPatricia [18 de janeiro de 2007]

Não teve pra ninguém Revolucionnarios é realmente a banda. Os caras mandam muito bem, são legais e o Diego então nem se fala.
Oshow foi irado.

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bulletLyneee [17 de janeiro de 2007]

mt fodaaaaaaaaa!!!!

seperei mt pra ver os guri do fresno,eles arebentaraummmm

XD ....xD


qr ++++++fodaaaaaaaaaaaaaaaa

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bulletFernanada [16 de janeiro de 2007]

Caracaaaaaaaaa, vcs sao demais..so podia ter irmao de Naiara no meio...Huahuahuaha $uce$$$o!!!!

Bjs...

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bulletNaiara [16 de janeiro de 2007]

Foi dez!!!!!
Parabéns aos REVOLUCIONÁRIOS que agitaram a noite!!
Força e sucesso pra vcs...
Vcs merecem.
O cavera é o mais lindooooo! rs

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bulletBruno Maia [16 de janeiro de 2007]

Valeu a dica, Júlio! Você tem razão, me confundi nos nomes. Desculpas.
Obrigado,
grande abraço,
BM

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bulletPatty Govaski [16 de janeiro de 2007]

Realmente valeu a pena sair de são paulo,para ir ao HPP ver a banda REVOLUCIONNÁRIOS,sim já conheciamos,j´fomos em muitos shows,mais esse só podia ser especial,simm,nós uniformizadosss,rs,e curtimos mtoooooooo foi maravilhoso ver tanta gte cantando,e um festival tão bem organizado,cada dia mais a banda evolui e conquista publico,e não vejm a´penas a percussão do diego(fodaa) como diferencial,há muitos diferenciass ,de cara limpa em cima do palcoo fazendo oq faz de melhor!!simplesmente foi perfeito!
Além do que,os meninos do fresno e do forfun foram uns fofosss com todos!

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bulletcesar [16 de janeiro de 2007]

essa roda é foda. mas confesso que fui para saber qual era a da nova banda do champs, e me surpriendi. As musicas lembrarm bem cbjr mas pudera o champs ajudou a construir o conceito sonoro do cbjr! Fiquei abobado com a sonseira que eu ouvi e com a interpretação do percusionista Diego e do guitarrista Nando sem falar na classica patada do champs que agora representa no vocal.

revolucionários é a banda salve o roc brasuca

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bulletAngela Branco [15 de janeiro de 2007]

Ver o Champignon de volta foi demais, imprimindo um som que só ele com os seus amigos de banda conseguiram fazer. Um barato, parabéns Revolucionários

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bulletJúlio [15 de janeiro de 2007]

O show realmente foi muito bom, o publico fiel as duas bandas cantaram e curtiram o show numa boa. Valeu a pena =)

Só uma observação: as músicas inéditas da Fresno foram realmente Pólo mas a outra creio que não seja Absolutamente Nada pois essa se encontra no CD Ciano e não é inédita. A que eles tocaram e que creio que seja inédita para a maioria, apesar de ser já sido lançado como single, é a música chamada Contas Vencidas que por sinal deverá aparecer no DVD que brevemente irá ser lançado pela MTV.

Um Abraço e parabéns por essa iniciativa de trazer Fresno e Revolucionnários ao Humaita Pra Peixe

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bulletVanessa [15 de janeiro de 2007]

me arrependi muito de não ter ido...muito, muito, muito... :( ... mas passando mal, não havia jeito... Fica para a próxima.

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