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Conheça mais sobre esse artista Por Joca Vidal

Foto de Divulgação O Duplexx é um módulo bípede formado em 2001 pelas mentes criativas de Bartolo e Léo Monteiro. É a facção eletrônica e experimental deste festival, assim como foi o Artificial em 2006 e o Superágua em 2005. Este projeto sonoro/visual com composições influenciadas por new age, ambient e até mesmo a disco music dos anos 70 já tem uma estrada percorrida por festivais em Nova York, Londres, São Paulo e Rio. Ano passado lançaram o álbum “TriKids” em parceria com o músico e artista plástico Paulo Vivacqua dentro do conceituado evento “Multiplicidade”.

Prepare-se para um live PA com projeções simultâneas. O Duplexx no palco usa laptops, pequenos instrumentos e máquinas, gerando o som ao vivo, misturado a bases pré-gravadas em estúdio. “Neste show também levaremos guitarra e percussões acústicas para o palco. Logicamente no estilo Duplexx de usar tais instrumentos”, ressalta Bartolo. As projeções são operadas por Marcos de Assis, que participa também da parte de criação das imagens. “O fato das nossas apresentações serem muito audio-visuais faz com que seja algo fácil para os olhos, independente do som ser rotulado de ‘experimental’ e ‘difícil’ por alguns. O conjunto das duas coisas forma uma terceira, indivisível e de diferente assimilação”.

Os currículos individuais da dupla não deixam dúvidas em relação ás virtudes do Duplexx: Bartolo já realizou diversos trabalhos como instrumentista (ele toca guitarra), compositor e produtor musical. Léo é baterista e percussionista e tem longa experiência tanto em instrumentos acústicos quanto em eletrônicos. Os dois já gravaram com muita gente boa: Rubinho Jacobina, Jorge Mautner, Arto Lindsay e Fernanda Abreu, entre outros. Léo foi integrante do Acabou la Tequila e Bartolo já criou trilhas sonoras para instalações de fotógrafos como Sebastião Salgado. Para comprovar que a dupla é quente mesmo, eles ainda fazem parte da dançante Orquestra Imperial, que em breve lançará seu primeiro disco oficial, já finalizado. “É muito bom tocar no HPP. Eu e Léo temos uma vida musical que se confunde com o Sérgio Porto. Muitos festivais, shows individuais, CEPs, enfim, nos criamos em parte neste ambiente, e o HPP é um festival que também se criou lá. Um bom encontro para nós. A vontade de fazer uma noite clássica é enorme”, diz Bartolo.

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